O “artista” que matou um cão à fome vai repetir o acto!

22 03 2009

image0054image0021O ‘Artista’ que matou um cão à fome vai repetir o acto – Ou NÃO! Depende de nós. Vê como.
Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007,Guillermo Vargas Habacuc, um suposto
artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.

Durante vários dias, tanto o autor de semelhante
crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à
agonia do pobre animal.

Até que finalmente morreu de inanição,
seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível
calvário.

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Parece-te forte?

Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte
decidiu, incompreensivelmente, que a selvajaria que acabava de ser cometida por
tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc
foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em
2009.
Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a
assinatura nesta petição:

http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html
(não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição, de
modo que este homem não seja felicitado nem chamado de ‘artista’ por tão cruel
acto, por semelhante insensibilidade e desfrute com a dor
alheia.

A inércia das pessoas que viram esta agoniante cena é tão grave como o que a criou.





A matança de golfinhos na Dinamarca!

7 03 2009

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Dinamarca: Que vergonha esta triste cena.
Por incrível que pareça, este espectáculo mantém-se em Dantesque, Ilhas Faroe (Dinamarca). Um país supostamente civilizado e, ainda por cima, membro da União Europeia.

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Para muita gente, este ataque à vida passa despercebido, como um costume para “mostrar” a passagem à idade adulta. É de uma atrocidade absoluta.

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Ninguém mexe uma palha para acabar com esta barbaridade contra os”Calderon”, um golfinho inteligente e tranquilo que se aproxima dos homens demonstrando amizade.
Faz com que esta atrocidade seja conhecida e que, como é desejável, acabe de vez.





Contra o abandono de animais…

3 01 2009





Testes em animais…alternativas!

3 01 2009

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Os testes em animais são hoje em dia utilizados nas mais diversas áreas científicas, em investigação, testes de produtos comerciais, educação e testes militares.

Em educação, por exemplo, e só nos Estados Unidos, milhões de rãs, ratos, gatos, cães, peixes e minhocas são usados nas escolas secundárias todos os anos. Os animais vêm de todos os lados e provou-se que muitos cães e gatos provinham de anúncios no jornal, do tipo “Procuro novo dono” [http://www.peta-online.org/1099/dis.html].

É muito difícil estimar o número de animais usados em testes de produtos comerciais, já que as empresas não são obrigadas a divulgar quaisquer números. No entanto, estima-se que mais de um milhão de animais morrem em testes de produtos em todo o mundo, todos os anos. O tipo de testes realizados são variadíssimos, indo desde o estudo dos efeitos dos produtos na pele e olhos, até testes de toxicologia.

Para testar a irritabilidade de um produto sobre a pele, costumam-se usar coelhos albinos. Estes vêem o seu dorso rapado e raspado (para o tornar mais sensível). Em seguida o produto a testar é colocado na pele nua e permanece aí quatro horas. É comum a pele ficar em carne viva. Raramente são usados analgésicos.

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Para verificar o efeito de um produto nos olhos, usa-se o tristemente célebre teste de Draize. Coloca-se o produto nos olhos de coelhos albinos durante três dias (ou 21 dias, se for um teste de longa duração). No final verificam-se os efeitos. Aqui também não se usam analgésicos e os animais têm que ser fortemente imobilizados. É comum partirem o pescoço ou a coluna a tentarem fugir .

[http://www.animalliberation.org.au/skineye.html].alt2

Para testes de toxicologia, o mais comum é usar-se o teste LD50, ou Lethal Test 50%, em que se determina a quantidade de produto ingerida necessária para matar metade dos animais no teste. É comum os animais sofrerem convulsões, paralisia, ferimentos internos, diarreia, vómitos e dificuldades respiratórias [http://www.animalliberation.org.au/toxtest.html]. Este teste foi apelidado por Gerhard Zbinden, um dos mais famosos toxicologistas a nível mundial, como um “ritual de execução em massa”.

Estes testes, obviamente dolorosos e traumáticos, são totalmente legais (repare-se que, fora dos laboratórios, infligir este tipo de sofrimento em animais é punido com multas ou mesmo prisão) e muitas vezes exigidos pela própria lei. Esta prevê no entanto que qualquer teste tem que respeitar a Declaração Universal dos Direitos do Animal, proclamada na UNESCO em 1978 [http://www.terravista.pt/fernoronha/1633/animais/Direitos.htm]. São contudo inúmeras as situações em que esta não é respeitada. Veja-se, por exemplo, o caso de crash tests realizados com babuínos, na Universidade da Pennsylvania, em que, no tribunal (a Universidade foi processada) foram apresentados vídeos que mostravam investigadores a amarrarem um babuíno ferido à mesa de operações e a irem almoçar, e a fotografia de um jovem macaco com a palavra crap (em bom português, monte de merda) tatuada na cabeça.

É óbvio que foram feitas muitas descobertas à custa de animais. Não se pode querer a abolição incondicional deste tipo de testes e, simultaneamente, maior segurança nos produtos que são lançados. Ninguém pode também questionar que uma vida humana vale mais que uma vida animal. O que é preciso é encontrar alternativas válidas às experiências em animais, já que estas deixam bastante a desejar. Isto devido às enormes diferenças anatómicas, fisiológicas e metabólicas entre os animais testados e o homem, que tornam a extrapolação para os humanos pouco fiável. Uma investigação publicada no Journal of the American Medical Association, em 1998, estima que a medicamentação administrada em hospitais pode ser responsável por 106 mil mortes, o que a tornaria na quarta principal causa de morte nos Estados Unidos… De facto, mais de metade da medicamentação aprovada pelo FDA (Food and Drug Administration) entre 1976 e 1985 (aprovada com base em testes em animais) teve que ser retirada do mercado ou mudar de nome, depois de ter causado graves efeitos secundários e centenas de mortes (o phenacitin, Eferol, Oraflex e o Suprol são dos exemplos mais graves) [http://peta-online.org]. O mais curioso é que a flagrante falta de eficácia deste tipo de testes é por demais conhecida e serve até como “desculpa” para os produtos que chumbam nos testes chegarem ao mercado. Em 1974, um fabricante de cosméticos foi levado a tribunal por uma mulher que ficou com lesões na córnea devido a um champô. O produto tinha sido aprovado, embora tivesse causado irritação em coelhos, nos testes de Draize. [http://www.animalliberation.org.au/skineye.html]

Então porque é que os testes em animais continuam a ser a forma mais banalizada de testar produtos? O Dr. Björn Ekwall, director do projecto MEIC (Multicenter Evaluation of In-Vitro Cytotoxicity, projecto levado a cabo para encontrar formas alternativas de testar produtos), acha que “a resposta óbvia parece ser que nunca ninguém se tinha lembrado de algo melhor, mas provavelmente é mais realista afirmar que, até há bem pouco tempo, nunca ninguém se tinha preocupado com o assunto”. Também é preciso não esquecer que a experimentação em animais é uma indústria de milhões. Os animais utilizados, manipulados geneticamente, estão longe de serem baratos. Um gato custa cerca de 75 contos, enquanto que os cães se vendem por 90 contos. [www.animalaid.org.uk/campaign/vivi/betrayed.htm]

Que alternativas existem então? Inúmeras:

Actualização da legislação. Actualmente, muitos dos testes em animais necessários para aprovação de um produto têm que ser realizados em todos os países em que este irá ser comercializado. Uma uniformização dos protocolos permitiria salvar centenas de animais. São também por vezes requeridos testes completamente irracionais. Em certos países até um simples batom tem que ser submetido a um teste LD50. Ficamos então a saber que, se comermos 1,75 kg (cerca de 90 embalagens!) desse cosmético, corremos sério risco de vida…

Técnicas in-vitro. Consiste na utilização de culturas de células, partes de tecidos e órgãos, ou mesmo órgãos inteiros, para realizar os testes. Podem também ser feitos com células humanas, atingindo um grau de confiança impossível com os testes tradicionais. Para testar a irritabilidade de um produto na pele, por exemplo, é usada pele humana produzida em laboratório. Os efeitos do produto podem ser medidos com precisão pela quantidade de enzimas expelida. Este tipo de testes pode também ser implantado com sucesso em toxicologia, já que a maior parte dos efeitos tóxicos provocados por agentes externos ao organismo registam-se ao nível celular.

Em 1996 foram divulgados os resultados do projecto MEIC, em que 59 laboratórios de todo o mundo testaram 50 produtos, usando 60 métodos in-vitro. Os 18 melhores métodos concordaram em 71% com os efeitos já conhecidos em humanos (dados provenientes de suicídios e acidentes). Estes resultados foram significativamente melhores que os conseguidos com testes em animais. Prevê-se que em 2003 esta concordância atinja os 90%.

Testes com organismos inferiores. Usando culturas de bactérias, bolores, fungos, insectos e moluscos é também possível prever os resultados de certos produtos nos humanos. A hidra, por exemplo, é um pequeno animal que, ao ser cortado em pedaços, cria novas hidras. O efeito do produto a estudar nesta reprodução pode ajudar a prever se este irá criar deficiências de crescimento em fetos humanos.

Simulações computacionais. Actualmente temos à nossa disposição uma grande capacidade computacional que pode ser usada para simular com rigor processos fisiológicos e metabólicos nos humanos. Um exemplo é o uso de computadores para prever os efeitos cancerígenos de produtos, já que se conhecem actualmente várias das estruturas moleculares que provocam o cancro nos humanos. À medida que essa base de dados vai aumentando, mais confiança podemos ter nos resultados da simulação.

O uso de vídeos e programas interactivos na educação é também um método amplamente utilizado em países como a Grã-Bretanha, Suécia, Argentina, Holanda e Noruega, que proíbem a vivissecção com fins educativos. Por cá ainda se acha que dissecar uma rã malcheirosa é altamente educativo.

O homem. De todos, este é sem dúvida o melhor método. É evidente que não podemos fazer testes de Daizer e LD50 em humanos (se calhar até se arranjavam voluntários, a julgar pelo exemplo de um laboratório na Grã-Bretanha, que realizou testes a insecticidas com humanos, aos quais pagava cerca de 150 contos… [http://www.apdconsumo.pt/cobaias_humanas.html]), mas existem alguns produtos que podem ser testados em humanos. A BodyShop [www.bodyshop.com], por exemplo, testa os seus cosméticos em voluntários humanos, que usam pensos com o produto a testar durante 4 horas, altura em que os efeitos são estudados.

Métodos não-invasivos, como a EEG (electroencefalografia), a MEG (magnetoencefalografia) e a PET (tomografia de emissão de positrões), podem ser usados para estudar os efeitos de enfartes, doenças de Alzheimer e Parkinson, sem efeitos secundários.

Estudos e inquéritos, assim como resultados de acidentes e suicídios, podem fornecer informação preciosa sobre os efeitos de produtos nocivos. Em 1985, levantou-se uma onda de protesto em torno de um grupo de cientistas que usou dados de experiências nazis sobre hipotermia, feitas com judeus (colocados em tanques de água gelada durante horas) [OMNI, 1985]. É verdade que os resultados foram obtidos de uma forma não ética e completamente desumana. Mas não seria ainda menos ético ignorar os resultados e repeti-los em animais?

E o que é que nós, “população civil anónima”, podemos fazer? Muito. As empresas aprenderam já há muito tempo que não devem ir contra a opinião pública, sob pena de verem os seus produtos boicotados. A Procter & Gamble, fabricante de Old Spice, Tide e Pringles, entre muitos outros produtos, tradicional defensora da experimentação animal, anunciou recentemente (Junho deste ano) a cessação de alguns dos testes animais não exigidos por lei, depois de ter sido enormemente pressionada pela PETA (People for the Ethical Treatment of Animals). Um dos métodos de “persuasão” mais curiosos usados por esta organização foi a participação nas corridas de NASCAR de um carro com o logotipo DIED, num claro protesto ao patrocinador do piloto Ricky Rudd [http://www.pginfo.net/died.html].

Noutro protesto da PETA, Al Gore (que foi durante meses perseguido por um homem disfarçado de coelho…) e a administração Clinton concordaram em alterar o programa HPV (High Production Volume, destinado a testar 2800 químicos industriais), de maneira a salvar 800 000 animais [http://www.peta-online.org/pn/1099hpvvict.html].

Faz alguma coisa também, participando nas acções de organizações protectoras dos direitos dos animais (ver caixa Na Net), participando num referendo (http://peta-online.org/j/ref21.html), ou contribuindo com umas massas (http://peta-online.org/js/indexs.html).

http://www.ajc.pt/cienciaj/n12/alternativa.php3





Crueldades…

29 12 2008

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Em Aveiro, um indivíduo esmagou as 4 patas a um pequeno cão pertencente a pessoas muito pobres, e deixou-o abandonado no local,  vangloriando-se do seu feito perante  terceiros.
 
O animal esteve em sofrimento mais de 24 horas até que foi encontrado pelo dono que pediu ajuda. Foi de imediato transportado para uma clínica veterinária por uma voluntária mas já não foi possível fazer nada por ele. Faleceu pouco depois.
 
Tal acto de  crueldade choca qualquer pessoa éticamente bem formada e sensível ao sofrimento, independentemente da maior ou menor simpatia que  tenha pelos animais.
 
A comunicação social desempenha – ou pode desempenhar, se o pretender – um importante papel na formação da consciência ética e cívica dos cidadãos noticiando actos reprováveis como o referido e a que ninguém moralmente bem formado pode ficar indiferente.
 
Aliás, a investigação criminal e as estatísticas demonstram que quem pratica crueldade contra os animais pratica-a também contra humanos, sobretudo contra os mais indefesos. A maioria dos autores de homicídios, ofensas corporais graves, violação,  abuso sexual de menores e roubos, começaram por praticar maus tratos contra animais, passando depois à família e por último a outros cidadãos. Por isso mesmo, as polícias, a nível mundial, tomam cada vez mais em consideração na investigação criminal  a prática de crueldade contra animais por parte dos suspeitos. A insensibilidade face ao sofrimento é igual, quer a vítima seja humana ou não humana, precisamente porque no sofrimento os animais sencientes não se distinguem dos humanos.
 
É errado pensar-se que a violência e crueldade contra animais é um problema menor entre os vários problemas sociais e que, por isso mesmo, não deve merecer atenção por parte dos meios de comunicação social. A denúncia da crueldade contra animais além de contribuir  para a formação da consciência ética dos cidadãos relativamente ao respeito pelo sofrimento dos animais, funciona também como prevenção da criminalidade contra as pessoas.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
Maria da Conceição Valdágua”





Eles também sentem dor…

25 10 2008





Testes em animais

25 10 2008





A história de Pitchula

16 09 2008

30 Jan 2008

A história de Pitchula

Relato do Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba:

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Como Pitchula foi encontrada

O proprietário da Alarm Dog, empresa de locação de cães, será julgado no dia 31 de março  pelos maus-tratos cometidos contra uma pitbul locada na Vila Hauer. A “cão de guarda” foi resgatada pela Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) no dia 26 de dezembro, após ser atacada, no dia 22, por dois cães – um mestiço de rotwailler e uma vira-lata de grande porte – com os quais dividia o serviço de “vigilância”.  Vizinhos do local entraram em contato com a Alarm Dog, porém a empresa não prestou atendimento algum à cachorra, que estava com bicheira avançada, rosto inchado e necrosando e não conseguia abrir os olhos.

Junto com os 3 cães foram encontrados duas ninhadas, uma da Pitbul e outra da vira lata. Antes que os voluntários da SPAC entrassem no local, um tratador da Alarm Dog colocou os filhotes num saco de ração. Acompanhados de autoridades da Delegacia de Proteção do Meio Ambiente (DPAM), os voluntários da SPAC conseguiram retirar a pitbul e três filhotes, sendo que um não resistiu e morreu após chegar à entidade. Todos foram examinados e atendidos por veterinárias. Enquanto se recuperava, Pitchula “Vitória”, como atualmente é chamada pelos voluntários que cuidam dela, adotou sete filhotes recém nascidos que foram abandonados na porta da SPAC.

Pitchula está com a saúde totalmente recuperada, porém as marcas da violência que sofreu ficarão para sempre. A pitbul perdeu partes do rosto e o restante ficou com cicatrizes profundas. A SPAC não teve informações do que houve com o mestiço de Rotwailler e com a vira-latas e sua ninhada, pois quando voltou ao local, não restava mais nenhum.

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jornale.com.br/zebeto

 





A matança das Focas…vergonha em pleno Séc. XXI

16 09 2008
copyright AP Sobrevivente

Uma foca olha os corpos de outros animais mortos no primeiro dia da temporada de caça no Canadá. Outros países já se manifestaram contra a prática. O México acabou de aprovar uma legislação condenando a caça a focas. O governo belga está considerando a adoção de leis que proíbam a importação de produtos resultantes da caça desses animais.





MALDADE COM ANIMAIS

15 09 2008

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