4 thoughts on “Testes em animais

  1. Carlos Vieira Janeiro 1, 2009 / 9:46 pm

    Reconheço a crueldade , mas tambem a verdade de que pode ser uma crueldade benéfica prar nós “humanos” , se não se investigasse nos animais então em quem ? Cadáveres ? É pá temos de ser um pouco realistas , mas devemos a essas vítimas alguns medicamentos que ajudam muita pobre gente.

  2. ANA VIEIRA Janeiro 3, 2009 / 1:07 am

    muita pobre gente??? o ser humano têm capacidades para saber o que faz mal ou não faz sem ser preciso sacrificar animais…… para isso servem as cobaias humanas….não fosse para nos!!! porque sacrificar outros seres em nosso prol? o mundo não e de todos? quem nos da esse direito? e por sermos mais inteligentes? ou por eles não se saberen defender???? pensa nisso carlos vieira…………

  3. Carla Janeiro 3, 2009 / 11:19 am

    Se os testes em animais são tão necessários que as empresas que os fazem não podem abdicar, então eu pergunto porque é que existem tantas empresas que optam por não os fazer???
    Secalhar é porque há alternativas ao terror que é experiências em animais.
    Para todas as pessoas que pensam que não há alternativas a estas acções, deixo aqui um texto que tirei de um site e que achei bastante completo para reflectirmos todos sobre esta questão:
    Boa Morte?

    O Bernardo, com 6 anos, foi colocado, depois de anestesiado, numa mesa de operações. Algumas artérias no seu pescoço foram interrompidas (com um arame), enquanto a maioria dos nervos da perna esquerda foram cortados abaixo da cintura. Parte do cérebro foi também removida. Em seguida, o Bernardo foi preso a uma passadeira e os seus captores esperaram que o efeito da anestesia passasse. Quando despertou, teve a vaga consciência (aquela que o bocado de cérebro que lhe deixaram ainda permitia) que estava preso numa passadeira rolante em movimento, que o obrigava a andar, apesar das dores horríveis. Entretanto, os seus captores observavam-no, curiosos, enquanto lhe administravam impulsos eléctricos directamente nos nervos superficiais das plantas dos pés.
    Depois de ler esta pequena descrição ninguém duvidará de que o Bernardo foi sujeito a uma tortura hedionda. E se eu lhes disser que o Bernardo não é um ser humano, como o texto leva a crer, mas um gato? Continuará a ser tortura? Não. Foi antes apelidado de “estudo científico” e foi realizado na Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha. Um total de 8 gatos foram utilizados neste suposto contributo para o conhecimento científico, bombasticamente intitulado de “Adaptive fusimotor reflex control in the decerebrate cat” [Murphy PR, Brain Research, 821, 38-49, 1999].

  4. giselli silva Junho 8, 2009 / 5:17 pm

    É uma crueldade,fazer teste em animais já que o ser humano é tão inteligente e capaz por que não encontra outro metodo para testes,poxa,os animais também sentem dor…

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