Associação Protectora de Animais do Cadaval

Neste Natal não compre um animal de estimação, nós damos! Adopte com consciência!

Posted by apacanimaiscadaval em Novembro 12, 2008

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Porquê ter um animal?

A adopção de um animal deve sobretudo ser resultado de uma reflexão consciente sobre a capacidade real de cada um em suprimir as necessidades primárias que um animal carece. Assim, não deve nunca adoptar um animal por impulso simplesmente para satisfazer um desejo primário ou inconsciente, mas sim pelo facto de reunir as condições mínimas essenciais ao Bem-Estar do animal e a vontade unânime de acolher um ser vivo proporcionando-lhe um estilo de vida próprio e ajustado aos seus instintos mais primitivos. Por outro lado, a adopção de um animal por vaidade (ou porque uma determinada raça está mais na moda ou até porque o vizinho possui um Rotweiller e não quer ficar em desvantagem) é completamente errada.

 

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O que significa adoptar um animal?

Adoptar um animal significa, em primeiro lugar e reiterando, adoptar uma responsabilidade para com um ser vivo que necessita de cuidados básicos essenciais à sua sobrevivência. Antes de tomar uma decisão, reflicta se:

• Possui instalações adequadas à permanência de um animal;

• Possui estabilidade financeira para providenciar ao animal cuidados médicos e alimentação;

• Possui tempo para prestar os cuidados mínimos de afecto e exercício físico ao animal;

• Possui a noção exacta que um animal irá crescer e que, passado algum tempo, assumirá um estado de adulto, alterando assim o seu comportamento.

 

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Adoptar um animal – Atitude consciente

A Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (L.P.D.A.) desencoraja a posse de animais de companhia por aqueles que não possuem as instalações, tempo, meios financeiros ou nível de interesse necessários para assegurar um padrão de cuidados satisfatórios e um compromisso a longo prazo para com o animal.

As características de algumas casas são inadequadas para a manutenção de determinados animais e certas circunstâncias pessoais podem fazer com que seja difícil, se não impossível, a obtenção de condições apropriadas. Uma posse responsável deve incluir a provisão de cuidados básicos essenciais à sobrevivência do animal, identificação permanente e a aplicação de um programa de vacinas.

 

Reflectir…ponderar…decidir

Reflectir…

– Possuo as instalações adequadas à permanência de um animal?

– Possuo o tempo necessário à manutenção do animal?

– Possuo meios financeiros favoráveis à provisão de alimentação e cuidados veterinários ao animal?

– Possuo o nível de interesse necessário para assegurar um compromisso a longo prazo para com o animal?

Ponderar… Adoptar um animal versus adoptar um problema

– O seu filho quer muito um animal. Você nem está muito interessado. Mas quer evitar uma birra. O que fazer? Prefere agir inconscientemente, adoptando-o ou prefere a ocasião para ensinar à sua criança o que é realmente adoptar um animal?

– Aquele animal é muito engraçado, os seus olhos são irresistíveis. É uma pessoa sensível. Mas certas circunstâncias pessoais não lhe permitem assegurar um padrão de cuidados básicos à sobrevivência do animal. Prefere arriscar sabendo que esse animal será sempre carenciado ou prefere que seja adoptado por uma pessoa que possua o perfil ideal de um dono responsável?

– Aquele gato é o ideal para oferecer ao seu amigo. Seria uma surpresa. No entanto não faz a mínima ideia se ele possui as condições mínimas à manutenção do animal. Prefere arriscar sabendo que o animal pode ir parar ao meio da rua ou prefere falar primeiro com o seu amigo adoptando ele o animal?

– Um cão muito pequeno desperta-lhe a atenção. Todo preto de olhos verdes. Não resiste em levá-lo consigo. Sabe no entanto que vai de férias no mês que vem. Prefere adoptar o animal sabendo que provavelmente não poderá levá-lo consigo ou adiar a decisão de o adoptar depois das férias?

– O animal perfeito… lindo, amoroso, pequeno, ideal para dentro de casa. Passado alguns meses ele ficou enorme, e então chega à conclusão que não o pode ter em casa. O que vai fazer agora?

 

Decidir…

A lição mais importante, e sumarizando tudo aquilo que foi dito até agora, reside na assimilação de uma mensagem objectiva e concisa: “Adopte o animal que faz falta à sua vida ou não adopte animal nenhum”. Convido-o a reflectir a mensagem que cada uma das páginas seguintes lhe transmitirá e, depois, tomar a decisão certa. Vai ver que não custa reflectir um pouco sobre nós próprios…

 

Se a sua decisão foi…

… não adoptar um animal

Paciência. Pelo menos uma certeza tem, tomou a decisão certa, reflectiu sobre a sua capacidade de providenciar os cuidados básicos essenciais à vida de um animal e reconheceu o que um animal necessita na realidade para que o seu bem-estar esteja permanentemente assegurado, ou seja, tudo aquilo que actualmente não lhe poderá dar. Foi simplesmente realista e, por conseguinte, uma pessoa responsável. Talvez mais tarde as circunstâncias sejam alteradas e aí a decisão poderá ser outra.

 

… adoptar um animal

Parabéns. Agora é hora de lançar os dados e iniciar este jogo em que as peças não são inanimadas, são seres vivos.

http://www.lpda.pt/02companhia/adoptar_animal.htm

 

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Uma resposta to “Neste Natal não compre um animal de estimação, nós damos! Adopte com consciência!”

  1. Bjos e um Feliz Natal e 2012 maravilhoso para todos!

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