Associação Protectora de Animais do Cadaval

Archive for Dezembro, 2008

Cuidados a ter com gatos!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 31, 2008

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Os gatos são animais naturalmente curiosos e que têm poucas defesas contra as muitas armadilhas caseiras que inconscientemente se apresentam aos mesmos no decorrer do dia a dia.

 Os gatos procuram o calor. Como tal, onde exista uma nesga de sol ou uma zona quente, é onde mais facilmente encontraremos um gato. Não é ficção a história da senhora que colocou o gato na máquina de lavar roupa e a colocou a trabalhar, infelizmente. Os gatos escondem-se nos locais mais estranhos pelo que devemos ter sempre o máximo cuidado.

Em termos de calor, deve evitar deixá-lo demasiado próximo da lareira, se esta não estiver protegida, uma vez que há o risco de a pelagem se poder incendiar com faúlhas ou o gato se poder queimar numa protecção demasiado aquecida.

 Os gatos são muito sensíveis a insecticidas e o envenenamento acidental é uma das causas mais comuns de morte nos gatos, tanto por ingestão dos mesmos na cozinha por acidente ou por mastigar plantas caseiras às quais foram aplicados insecticidas ou herbicidas.

As próprias plantas que possuímos em nossa casa são tóxicas para os gatos. Uma lista completa pode ser observada em http://www.cfainc.org/articles/plants.html .Nunca deve usar produtos anti parasitários em gatos que não sejam específicos para eles e mesmo que o sejam, nunca o deve fazer sem falar com o único profissional habilitado para avaliar da justeza da sua aplicação: o médico-Veterinário.

 Da mesma forma, nunca deve medicar o seu gato com medicamentos não indicados por um médico-veterinário. Quantidades ínfimas são fatais para o gato, pois é um animal extremamente sensível a fármacos. Fios e linhas podem parecer á primeira vista uma forma de lazer óptima para os gatinhos. Com uma simples bola de papel pendurada em um cordel estão asseguradas horas de brincadeira. No entanto, muitos gatos morrem pela ingestão dessas linhas: essas brincadeiras devem ser sempre supervisionadas.

Gosta de coser as suas roupas ? Infelizmente os gatos também gostam de agulhas. Estas e botões são amiúde ingeridas pelos mesmos requerendo cirurgia imediata de forma a salvar a vida do animal.

 O gato de casa corre ainda riscos acrescidos caso more num apartamento. Quanto mais alto, maior o potencial de queda. Tratámos gatos que chegaram a cair do sétimo andar. No entanto, obviamente, o ideal é não caírem de todo. Se tem um gato, tenha em conta que se trata de um animal ágil. Como tal, pode arriscar saltar por uma janela e cair facilmente. Todas as janelas e portas devem encontrar-se sempre fechadas ou em alternativa com redes mosquiteiras, no caso de morar acima de um primeiro andar. Se deseja adicionar um novo gatinho à sua família felina, certifique-se de que este novo inquilino não tem nenhuma doença passível de transmissão ao outro gato e que o gato mais antigo tem as suas vacinas em dia.”http://arcadenoe.sapo.pt/

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Ciclo reprodutivo dos cães!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 31, 2008

 

 

 

 

 

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Ciclo reprodutivo

 Embora com alguma variabilidade, especialmente entre raças, em média as cadelas atingem a maturidade sexual aos seis meses de idade, ou seja manifestam nesta idade o primeiro cio. No entanto, lembre-se que as cadelas não devem ser cobertas tão precocemente, já que não completaram ainda o seu crescimento e isso poderia comprometê-lo, bem como à sua via reprodutiva posterior. Idealmente poderão ser cobertas a partir do terceiro cio. O intervalo entre cios, embora também variável é de cerca de seis meses.

O ciclo reprodutivo pode ser dividido em quatro fases, o proestro (em que os machos são atraídos mas a cobrição é recusada pela fêmea), o estro (em que a fêmea aceita o macho), o metaestro (abrange a gestação, parto e lactação nas fêmeas em que a cobrição teve êxito) e o anestro (período de repouso sexual).

Os indícios mais evidentes da aproximação do período fértil são a tumefacção da vulva e um corrimento sanguinolento. O cio dura cerca de 15 a 20 dias. Durante o cio não existe qualquer restrição relativamente a banhos. Os principais cuidados a ter referem-se aos passeios do animal durante este período fértil, já que todas as precauções são poucas.

No início do cio o comportamento da cadela altera-se, ficando geralmente mais dócil e mais activa. A congestão da vulva é seguida de um corrimento seroso e em seguida sanguinolento. Normalmente as fêmeas estão receptivas à cobrição sete dias depois do início do corrimento sanguinolento. Nesta altura, caso pretenda que a sua cadela fique gestante, bastará normalmente juntá-la com o macho. De uma forma geral, são as fêmeas que se deslocam ao “território” dos machos, embora isto não seja imprescindível a uma reprodução com êxito. Deverá deixar os animais juntos durante alguns dias para aumentar as probabilidades de êxito. O ideal é repetir o acasalamento 2 ou 3 vezes com um intervalo de 24 horas. http://www.vetpermutadora.pt/caes

 

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Cãezinhos bebés…já estão todos adoptados!Obrigado!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 29, 2008

 

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Em seguimento do artigo que divulgamos, acerca da ninhada de 9 cãezinhos para adopção, cuja a mãe é uma  Espanol Breton ( e não Cocker, que por lapso descrevemos inicialmente)que estava abandonada e que foi acolhida pela Marisa .     

 Deixamos aqui as fotos de todos e da mãe, não só para as pessoas que já adoptaram, puderem ver como estão os seus novos amigos, após 2 semanas de vida.

Já abriram os olhos, estão gordinhos e já dão uns latidos esporádicos…sãos umas bolinhas de pêlo amontoados uns em cima dos outros como podem ver e estão uns amores.

Os 9 cãezinhos desta ninhada já foram todos adoptados !

17/01/2008

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Crueldades…

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 29, 2008

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Em Aveiro, um indivíduo esmagou as 4 patas a um pequeno cão pertencente a pessoas muito pobres, e deixou-o abandonado no local,  vangloriando-se do seu feito perante  terceiros.
 
O animal esteve em sofrimento mais de 24 horas até que foi encontrado pelo dono que pediu ajuda. Foi de imediato transportado para uma clínica veterinária por uma voluntária mas já não foi possível fazer nada por ele. Faleceu pouco depois.
 
Tal acto de  crueldade choca qualquer pessoa éticamente bem formada e sensível ao sofrimento, independentemente da maior ou menor simpatia que  tenha pelos animais.
 
A comunicação social desempenha – ou pode desempenhar, se o pretender – um importante papel na formação da consciência ética e cívica dos cidadãos noticiando actos reprováveis como o referido e a que ninguém moralmente bem formado pode ficar indiferente.
 
Aliás, a investigação criminal e as estatísticas demonstram que quem pratica crueldade contra os animais pratica-a também contra humanos, sobretudo contra os mais indefesos. A maioria dos autores de homicídios, ofensas corporais graves, violação,  abuso sexual de menores e roubos, começaram por praticar maus tratos contra animais, passando depois à família e por último a outros cidadãos. Por isso mesmo, as polícias, a nível mundial, tomam cada vez mais em consideração na investigação criminal  a prática de crueldade contra animais por parte dos suspeitos. A insensibilidade face ao sofrimento é igual, quer a vítima seja humana ou não humana, precisamente porque no sofrimento os animais sencientes não se distinguem dos humanos.
 
É errado pensar-se que a violência e crueldade contra animais é um problema menor entre os vários problemas sociais e que, por isso mesmo, não deve merecer atenção por parte dos meios de comunicação social. A denúncia da crueldade contra animais além de contribuir  para a formação da consciência ética dos cidadãos relativamente ao respeito pelo sofrimento dos animais, funciona também como prevenção da criminalidade contra as pessoas.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
Maria da Conceição Valdágua”

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Animais atropelados…

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 29, 2008

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Certamente já reparam que nas estradas portuguesas encontramos frequêntemente animais atropelados nas bermas, mas também em plena faixa de rodagem.

Pois este é mais um dos muitos crúeis destinos dos cães que são abandonados por aí.

São animais que estão assustados e desorientados, não estão habituados a andar nas estradas e atravessam-se quando menos se espera.

Muitos escapam uma vez, duas vezes, mas se não forem resgatados da rua, depressa lhes aconteçe o pior.

Provocam acidentes graves e muitas das vezes depois de atropelados são deixados ainda vivos na estrada sem assistência acabando por morrer lentamente e dolorosamente.

Os responsáveis por desencadear estas situações ficam impunes, pois, como quase sempre, não se tem conhecimento da identidade de quem abandonou o animal. Estes continuam a sua vida a por vezes repetem a mesma acção – o abandono.

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Encontrou-se cão perdido no Cadaval…

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 24, 2008

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Encontrou-se perdido no Cadaval, um cãozinho preto, macho, porte pequeno (3 a 5 kgs), com uma coleira nova, castanha e efeitada com as imagens de uns cãezinhos.

Adoptado/ 31 Dezembro 2008

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Pantufa no novo lar!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 18, 2008

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Recebemos noticias do Pantufa que foi adoptado esta semana.

É um felizardo, adaptou-se muito bem ao seu novo dono e ao seu lar.

Ficamos muito satisfeitos quando nos apercebemos da felicidade dos animais com as suas novas familias.

Felicidades para o Pantufa e para o seu novo amigo.

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Mais um amiguinho para adoptar!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 17, 2008

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 Este menino castanho claro é uma doçura e chama-se Saturno, tem 1 ano e pouco, e este olhar enternece qualquer um. É arraçado de perdigueiro português e é de porte médio.

Adoptado/Dezembro 2008

 

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Ninhada para dar …adopção ou morte!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 14, 2008

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É uma cadela com características de  Epagnuel Breton, super meiga e linda.

Ela está acolhida temporariamente por uma senhora simpática que como amiga dos animais, custa vê-los na rua com fome e frio.

 Como a APAC ainda não tem um sítio para acolher estes animais, a Marisa teve a bondade de ficar este animal por um período de tempo determinado, até criar os filhotes que ficarem para dar. Depois temos de arranjar um lar para ela.

 Esta cadela andava pelas ruas á procura de um cantinho para ter os filhotes. Teve-os ontem, 9 cachorros, meninos e meninas de cores diversas.

 Por muito que custe sabemos que não podem ficar todos porque depois não conseguimos arranjar quem fique com eles e já temos a mãe abandonada, como tal apelamos a quem quiser adoptar um bebé destes, que nos ligue para 927295099 com a maior brevidade possivel.

 Para que estas situações sempre tão dolorosas não aconteçam é muito importante a esterilização afim de evitar as reproduções em massa, menos animais, evita-se futuros abandonos.

Estes cãezinhos nasceram no sabádo passado, e os novos donos têm de aguardar no mínimo 2 mesinhos que é o tempo recomendado para estarem com a mãe antes de serem dados.

Mas esse tempo depressa é recompensado com a chegada ao vosso lar de um cachorro lindo e à espera de miminhos.

É muito gratificante ver o interesse e a preocupação que as pessoas que nos ligaram têm pelos animais, felizmente ainda existe muita gente neste país que se preocupa e gosta de animais.

O nosso muito obrigado a todos os que já adoptaram alguns destes bebés, contribuindo assim para um final feliz.

 

Os 9 cãezinhos desta ninhada já foram todos adoptados 17/01/2008

Muito obrigado a todos os que quiseram contribuir para a felicidade destes meninos, dando-lhes um lar.

 

 

 

 

 

 

 

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Abandono na época de caça!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 14, 2008

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Normalmente as associações protectoras de animais são acusadas que  culpamos injustamente os caçadores da maior parte de abandonos de animais .

A verdade é que é nesta época que continuamos a ver mais animais nas ruas.

Mais uma vez, este ano não é exepção na época de caça, todas as semanas têm apareçido no Concelho e infelizmente passa-se o mesmo noutros concelhos, animais abandonados com as caracteristicas típicas de cães de caça.

Acreditamos que existem caçadores que tratam bem os seus animais, mas infelizmente são mais os que não os tratam com dignidade .

A época da caça é anual,  muitas vezes os cães dos caçadores nunca chegam a ser treinados até a essa época. Depois o pobres animais têm medo dos tiros, não sabem como agir e são deixados para trás.

Enquanto não houver multas rigorosas aos incumpridores e  pressão para se registar todos os animais , estes senhores continuam a agir desta forma.

As associações com as imensas dificuldades que têm , são constantemente procuradas para recolher estes animais, trabalhando para minimizar este flagelo provocado por pessoas sem escrúpulos,sem educação e sem respeito pelos seus animais.

Quando é que isto pára???…cac3a7adores1

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As autoridades ajudam…

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 14, 2008

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Achamos importante divulgar uma situação referente ao resgate de uma gaivota, que  hoje,  foi encontrada ferida  e impossibilitada de voar,  junto ao Pátio da GNR, no Cadaval.

Contactamos o SEPNA, que respondeu com prontidão e  gentileza ao nosso apelo, enviando uma equipa do Posto da GNR do Cadaval, que foram impecáveis, recolhendo  a gaivota assustada e ferida.

  A ave já tinha sido acolhida por uma familia, familia esta que desde logo contactou a APAC para  pedir ajuda.

Devo referir que a  preocupação destas pessoas com os animais, é de louvar.

Quando na maior parte das vezes se fala mal dos serviços públicos, hoje tivemos um bom exemplo de prontidão e eficiencia por parte dos serviços da GNR local e da SEPNA .

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Um lar, uma oportunidade…eles mereçem!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 9, 2008

 

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 Pantufa – pequeno(4 a 5 kg), não faz necessidades em casa e é muito meigo e dedicado, macho, raça indefinida (1º do lado esquerdo).Adoptado a 15/12/2008

 

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Divertimento à custa de sofrimento!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 7, 2008

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Quem não conhece as lutas entre cães? Quem desconhece que durante essas lutas os direitos dos animais estão a ser violados?

 

Na verdade, as lutes entre cães envolvem dois cães que são, exaustivamente, treinados para lutarem entre si até ao esgotamento físico total do adversário. Isto porque, segundo o jornalista Harry Crews, autor do texto” A day at the Dogfights”, que retrata as lutas de cães nos EUA, a maioria das lutas entre cães ocorrem segundo um  conjunto de regras denominado Louisiana Rules, o que significa que os cães não têm que saciar a sua sede de morte. O objectivo dos cães passa então a ser lutar contra o seu inimigo até que ele desista, por estar demasiado ferido, por não aguentar mais ou simplesmente por medo.

 

Basicamente, o que acontece é que o desejo de morte destes Staffordshire Bull Terrier, American Pit Bull Terrier, dos vulgares Pit Bull, entre outros, é desenvolvido e espicaçado com um treino muito rígido.

Os treinadores mantêm-se atentos à linha dos seus atletas, pois estas lutas são divididas em categorias segundo o tamanho e peso dos animais, fazendo com que um Pit bull em idade avançada, com os músculos e maxilares desenvolvidos, lute com um pequeno cachorrinho.Segundo Skete, a alcunha do treinador de Pit bull entrevistado por Harry Crews, no mesmo texto, “quanto menos água o lutador tiver bebido, menos sangue perderá”.

 

Os animais ficam também sujeitos a um exaustivo exercício físico, obrigados a andar cerca de 20 milhas por dia.

Mas a principal parte do treino consiste em desenvolver a sede de sangue destes animais. Os treinadores destes animais usam animais pequenos, como gatos e coelhos, prendem-nos pendurados e soltam os cães que, segundo Skete, “apenas num golpe podem arrancar duas das pernas do gato, e fervilhando com o cheiro a sangue e incentivado pelos gritos do seu treinador, arrancar, de seguida, a cabeça do gato”. Depois de oito semanas de gatos, os cães começam a treinar com cachorros.

A luta começa por iniciativa dos cães e só é válida quando, por sua própria iniciativa, os cães começam a luta. Claro que, o que acontece é que os espectadores começam a espicaçar nos cães, por forma a forçá-los a lutar. Durante as lutas, os treinadores não podem tocar nos seus animais e nada pode entrar dentro do ringue. A luta acaba quando um dos animais tiver desistido, demasiado ferido, ou caso comece a ter dificuldades em respirar.

 

Os espectadores deste “desporto” apostam no animal que será vencedor, espicaçando-o a atacar o seu adversário. Durante o jogo, um companheiro do treinador vai recolhendo o dinheiro das apostas. Harry Crews descreve pessoas de todos os níveis sociais, homens e mulheres, como os espectadores destas lutas. Contudo, tanto os espectadores como os impulsionadores destas lutas  têm por hábito envolver os seus filhos neste ambiente, o que pode originar comportamentos agressivos nas crianças.

 

É importante referir que estas lutas também são uma realidade em Portugal, embora com dimensões menores. Acontecem em garagens, casas abandonadas, campos baldios, caves de estabelecimentos, armazéns isolados, campos de futebol vazios. As lutas são organizadas de forma avulsa, organizadas secretamente, e ocorrem em várias zonas do país, como no distrito de Braga e na Amadora.

Este tipo de lutas estão associadas à criminalidade, não só por se fazerem apostas – o que é ilegal -, mas também por estarem envolvidas nestas lutas conflitos de gangs, venda de droga ou armas. Mas o principal problema destas lutas centra-se no tipo de tratamento a que estes animais estão sujeitos durante os treinos, para além dos graves problemas físicos e de saúde com que ficam depois das lutas – sem patas, orelhas, cegos. E os gatos e coelhos que são mortos… tudo por divertimento do Homem.

 

Fontes: “The Beholder’s Eye”, editado por Walt Harrigton, Liga portuguesa dos direitos dos Animais, Pegadas – Online

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DogTown…o paraíso dos cães!

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 7, 2008

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Porque felizmente ainda há sitios em que existe a preocupação pelos animais deixados ” por aí”. 

Deixo aqui o link onde podem verificar do que estou a falar, pode ser que o nosso país copie este bom exemplo, já que Portugal tem a preocupação constante de querer passar uma imagem de grande evolução tecnologica, de pessoas formadas, dos imensos estádios de futebol sem utilidade, mas e infelizmente de educação para respeitar os animais estamos muito aquém.

Dogtown ! Não é apenas um santuário…é o mais acolhedor lugar na terra para animais deixados sem rumo.

Aqui nenhum cão é triste e sem esperança. Onde quer que se vá,  há cumprimentos ferverosos de abanares de rabo e  olhos amigáveis. Este é um verdadeiro paraíso para este animais.

 

 

Vejam: http://www.bestfriends.org/atthesanctuary/animals/dogs.cfm

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Ingleses salvam burros da extinção em Estômbar – Algarve

Posted by apacanimaiscadaval em Dezembro 2, 2008

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Salvar burros da ameaça de extinção e a vida de cães e gatos é a missão do “Refúgio dos Burros”, uma quinta criada em Estômbar, no Algarve, por dois ingleses que decidiram dedicar-se aos animais.

 

 

Pelo refúgio, criado em 1991 com o intuito de acolher sobretudo burros, já passaram muitas centenas de animais doentes, velhos, abandonados ou retirados de acidentes nas estradas.

A pouco e pouco, a quinta começou a encher-se de cães e gatos, que muitas vezes ali chegam depois de serem literalmente atirados pelos donos por cima da vedação, até atingir o estado actual de lotação esgotada.

Apoiada por uma bengala, Nanette Richardson caminha de forma arrastada por entre a sua “família”, dezenas de cães de vários tamanhos e feitios que ladram sem parar. Uns cegos, outros coxos, mas todos com um ar feliz.

Foi por amor aos animais que esta inglesa de 76 anos e o seu amigo Peter Lander, de 71, decidiram abrir o “Refúgio dos Burros”, que alberga hoje cerca 17 burros, 27 gatos e cerca de 100 cães.

Os primeiros inquilinos do “Refúgio dos Burros” foram os 15 cães e 27 gatos que amigos de longa data tinham na primeira casa onde viveram quando chegaram ao Algarve, há mais de vinte anos.

Quando os vizinhos começaram a queixar-se do barulho, Peter e Nanette decidiram comprar um terreno espaçoso onde pudessem viver e albergar toda a “bicharada”.

Hoje, aquela é a casa de Mick Jagger, burro que deve o seu nome aos enormes lábios, das mulas Wilma e Betty, em homenagem aos “Flinstones”, e do ainda bebé Adam, a mais recente aquisição da quinta.

Charles Bronson, o mais antigo habitante do refúgio, teve entretanto que ser abatido, pois a velhice já não lhe permitia sequer levantar a cabeça.

Muitos dos animais que chegam à quinta são recolhidos da rua ou de acidentes na estrada, mas a maior parte, principalmente cães, é ali deixada por pessoas que friamente os despejam na quinta, apesar do letreiro na porta avisar “Mais cães não”.

“Ainda nestes últimos dois meses recebemos oito cães”, diz Nora Bakker, voluntária na quinta, pois mesmo com a tabuleta à porta, “as pessoas atiram os animais por cima da vedação, por vezes com o carro ainda em andamento”.

Esta holandesa, que além da profissão de assistente de veterinária, dá uma ajuda no Refúgio, é um dos elementos chave da equipa composta ainda por uma alemã, Indra Muller, mais um casal de amigos e o veterinário que ali se desloca quando é necessário tratar dos animais.

A venda de móveis, roupas e livros de segunda mão nas duas lojas de caridade que Peter e Nanette têm em Lagoa e Carvoeiro, é a principal fonte de rendimento do “Refúgio dos Burros”, cujas despesas mensais atingem os cinco mil euros.

Mesmo com alguns donativos feitos estrangeiros ricos, toda a ajuda é pouca, sendo o tratamento médico dos animais o que exige mais custos.

Apesar de algumas mazelas físicas, todos os animais exibem um ar bem tratado e saudável, cuidados que também levam Nanette a escolher a dedo as pessoas a quem são dados os animais.

“Nunca damos animais aos ciganos, que vêm cá muitas vezes pedir burros velhos para os vender aos circos, às vezes por cinco euros”, diz.

Nanette até já lhes chegou a oferecer quilos de carne para evitar que alguns burros servissem de petisco aos felinos.

“É como se fossem meus filhos”, diz, emocionada, acrescentando que o seu trabalho tem tanto de gratificante, por saber que poupa muito sofrimento aos animais, como de frustrante, “pois poderia fazer-se sempre mais”.

 

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