Associação Protectora de Animais do Cadaval

Archive for Janeiro, 2009

Comunicado à população !

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 27, 2009

 

 

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A APAC recebe quase todos os dias alertas sobre animais abandonados que vagueiam em várias zonas do Concelho do Cadaval.

 

Agradecemos às pessoas que nos informam acerca destas situações e a sua preocupação em tentar retirar esses animais da rua, comunicando estes casos à associação.

 

Contudo nós fazemos o que podemos e o que não podemos para minimizar as situações que vão apareçendo frequentemente mas, tal como divulgado, a APAC ainda dispõe de um sítio para acolher estes animais.

 

Estamos a lutar para arranjar o terreno.  Estamos a unir esforços para construir o sonhado abrigo mas enquanto isso não aconteçe, lamentamos imenso, porque gostando de animais custa-nos ter conhecimento das situações e não podermos fazer mais. Não podemos recolher animais enquanto não tivermos condições para o fazer.

 

Excepcionalmente em casos graves, como cadelas com crias ou animais feridos, temos recorrido às poucas pessoas (famílias temporárias “FAT”) que se disponibilizaram para acolher alguns destes animais mas com carácter temporário.

 

Excepto estes casos, pedimos às pessoas que colaborem, alimentando o animal, informando-nos da sua localização e enviando-nos a sua fotografia para o nosso email de modo a que possamos divulgar e aumentar as possibilidades de ser adoptado.

 

Enquanto não tivermos um sítio, não podemos fazer muito mais, com muita pena nossa.

 

Esta associação foi criada em Outubro de 2008 e como tal tudo leva o seu tempo. Infelizmente muitas vezes mais do que devia. Nestas “coisas” temos que respeitar a imensa burocracia e falta de dinheiro que actuam como entrave para que possamos concretizar o que é urgente.

 

Contudo, vamos continuar a lutar (porque não depende só da APAC) para que consigamos alcançar os nossos objectivos o mais breve possível.

 

A sociedade também pode e deve contribuir para que este projecto continue a avançar, ajudando-nos. Pode tornar-se sócio, voluntário, contribuir com donativos, com material de construção, com cedência de terreno (que neste momento é o mais importante).

 

Nós agradecemos e os animais também…

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Porque os animais também são divertidos…

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 22, 2009

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O dono de um restaurante no Algarve colocou uma placa na porta a dizer que se procurava um empregado.
Pouco depois entra um cão no estabelecimento.
O cão senta-se a olhar para o dono e a abanar a cauda.
Diz o dono:
– O que é que tu queres?
O cão levanta-se, vai buscar a placa, deixa-a cair aos pés do homem e ladra:
– Woof, woof!
Diz o homem:
– Não, isso não é para ti!
– Woof, woof!
– Ouve lá, eu só contrato pessoal que saiba mexer na caixa registadora!
O cão vai até à caixa, salta para cima do banco, carrega nuns botões e a caixa abre.
O cão torna a ladrar:
– Woof, woof!
– Está bem, está bem, mas mesmo assim… Só se conseguisses ajudar na limpeza é que eu te contratava!
O cão desce do banco, agarra uma vassoura com a boca, varre um bocado, pousa a vassoura e torna a ladrar:
– Woof, woof!
– Olha, pá… Esquece lá isso, porque eu não te vou contratar…
– Woof, woof!
– Olha, isto é o Algarve! Não te posso contratar porque eu preciso é de pessoal que saiba falar duas línguas!
– Miau, miau…

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Havia um cão que era tão preguiçoso, mas tão preguiçoso… Que não ladrava; esperava que outro cão ladrasse e depois acenava que sim com a cabeça.

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Qual é a diferença entre um gato e um cão?
Um cão olha em redor e pensa:
– Hum… Estas pessoas dão-me de comer, abrigam-me, fazem-me festas, tratam de mim… Hum… Devem ser deuses…
Um gato olha em redor e pensa:
– Hum… Estas pessoas dão-me de comer, abrigam-me, fazem-me festas, tratam de mim… Hum… Eu devo ser um deus… 

O cão passa por baixo de uma árvore de Natal toda iluminada e diz:
– Até que enfim que puseram luz na casa de banho!

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Agradecemos a divulgação!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 22, 2009

 

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Guia do Oeste

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Jornal das Caldas Online

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A APAC agradece aos meios de comunicação referidos acima, a divulgação desta associação.

 É muito importante termos a possibilidade de dar a conhecer às pessoas o nosso projecto e o nosso trabalho.

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A visão canina!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 22, 2009

Os cães vêem a preto e branco?

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Os cães não vêem o mundo da mesma forma que os humanos. Embora a crença comum seja a de que os cães só vêem a preto e branco, isso não corresponde à realidade.

Os cães conseguem distinguir cores, mas a sua percepção destas é diferente da do Homem, dado que não conseguem distinguir entre o vermelho, laranja, amarelo ou verde. Conseguem sim ver vários tons de azul e diferenciar gradações muito subtis de cinzento que os humanos não distinguem.

Comparando a visão de cães e pessoas:

  • O Homem tem uma maior capacidade de visão “tridimensional” (profundidade dos objectos), de diferenciar entre cores e de captar detalhes nos objectos.
  • Os cães vêm melhor em ambientes pouco iluminados, e detectam e reagem muito mais rapidamente a movimentos, por mais subtis que sejam.
  • Num estudo publicado no “Journal of the American Veterenary Association”, refere-se que após a dissecação de retinas caninas, foram encontrados nestas sinais de células sensíveis à cor, o que indicava que o potencial anatómico para captar cores existia de facto nos cães. Os cães conseguem também diferenciar tons de azul e roxo que para os humanos parecem iguais. Teoriza-se que as pessoas possuem um pigmento amarelo na retina que reduz drasticamente a capacidade de percepção de tons de azul, enquanto que nos cães este pigmento amarelo não existe, conferindo-lhes a capacidade de diferenciar tonalidades inexistentes para nós. Em contrapartida o que para nós é vermelho para o cão é simplesmente uma tonalidade escura e o verde é captado como branco.
    Sem recorrer a processos científicos, será muito difícil para si provar que o seu cão consegue distinguir entre tonalidades diferentes, mas pode tentar alguns exercícios comportamentais. Tente treinar o seu cão a associar uma toalha azul com um acto positivo ou recompensa. De seguida mostre-lhe uma toalha verde, uma vermelha e uma azul e veja qual é a toalha que ele escolhe. É um teste pouco sofisticado mas com alguma paciência poderá obter resultados interessantes.WWW.VIVAPETS.COM

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Canela…uma doçura para adoptar!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 21, 2009

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Esta é a Canela.

É uma fêmea esterilizada, porte médio/grande, tem cercade 3 anos de idade.

 

É uma doçura. Sociável e muito bem comportada.

Adoptada Abril/2009

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Caso esteja interessado(a) na sua adopção poderá contactar os nºs  965463640 ou   962844442

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Mais amiguinhos que precisam de um lar!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 21, 2009

 

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Esta menina chama-se  Ana, é cruzada de Begal. 

 

Ainda não está esterilizada, é de porte médio, tem cerca  de dois anos e é muito meiga e sociável. 

 

 

 

 

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seguir vem o  Alex, macho não castrado, porte grande, entre 1 e 2 anos. É um cavalheiro de tão simpático que é.

Adoptado a 06/03/09

 

 

 Para adoptar estes animais, deverá contactar o

Amigo Fiel no Bombarral, através dos nºs :

Rita Carvalho – 965463640 ou  Irina Maia – 962844442

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Agradecimentos!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 18, 2009

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A APAC – Associação Protectora dos Animais do Cadaval agradece a todos os que têm contribuído para esta causa, nomeadamente:

Sr.ª Idalécia Silva – Junta de Freguesia do Cadaval;

Sr. Luís Filipe Jerónimo – Agriloja do Cadaval;

Prof. Luís Pina;

Área Oeste;

RTP1;

Jornal “Notícias do Bombarral”;

Dr.ª Ana Pascoal – Sócia e FAT;

Sr. Guilherme Marques;

Grafilipe – Sociedade de Artes Gráficas,lda

Dr. Bruno Fialho – Jornalista da Câmara Municipal do Cadaval;

Dr.ª Eugénia Correia – Vice-presidente da Câmara Municipal do Cadaval;

Dr. David – Veterinário;

Dr.ª Alexandra Azevedo – Veterinária;

Associação PRAVI – Animais em risco;

Sr.ª Andreia e colegas;

Sr. Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Cadaval;

Escola Secundária do Montejunto, nomeadamente às alunas Diana e Joana e aos seus professores da disciplina de Área Projecto do ano lectivo 2008/2009.

E a todas as pessoas que de alguma forma nos têm ajudado a alcançar os nossos objectivos.

 

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A história do cãozinho cego…

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 17, 2009

 

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Fadista, foi o nome que inventei! Um cão que recolhemos num palheiro na Chão do Sapo, onde já sem forças se abrigou…

A história deste animal é bastante triste. Há pouco tempo recebemos o apelo de um senhor, alertando acerca de um cão que tinha aparecido no seu palheiro. Como  ainda não temos um sítio para abrigar os animais, disponibilizamo-nos para o levar ao veterinário. O senhor suspeitava que este cão tinha sido chumbado (chumbos na cabeça já cicatrizados), tinha perdido um olho e do outro pouco ou nada via. Estava num estado de fraqueza e debilidade muito grande… e tinha desistido da vida, é verdade, o pobre animal já nem reagia.

Para este cão “tanto faz, como fez”, ele demonstrava, pela sua apatia que já não se interessava por nada do que pudesse acontecer-lhe.

Continuando, o tal senhor não podia continuar a abrigá-lo no ” dito palheiro” e o animal teria que sair dali. Pedimos que ficasse com ele mais uma noite, após a consulta veterinário. Foi consultado nessa noite. O veterinário diagnosticou uma  infecção no olho que ainda conserva e na cavidade ocular esquerda, debilidade física e uma grande “apatia de cão”. Só queria estar enrolado a si próprio, para ele isso, apenas isso bastava.

Depois de comprarmos a medicação para que ele pudesse recuperar, levá-lo-iamos novamente até ao senhor que o acolheu no “palheiro”. Seria apenas e só mais uma noite, até porque já tinhamos arranjado uma sócia da APAC que se disponibilizou para o acolher e tratar temporariamente. Chegamos por volta das 22:45, para deixar o Fadista na casa do tal senhor e… nem atendeu o telefone, nem abriu a porta… ou seja… agora …”desenrasquem-se”!

Obrigado Sr. F******! Pelo menos ainda teve a sensibilidade de nos chamar para resolver o “incómodo”. Não obstante fez mais do que algumas pessoas fariam. Muitas se calhar nem no palheiro deixavam o bicho abrigar-se e nem o teriam alimentado quando por lá apareçeu quase moribundo.

Mas esta parte da história do Fadista acaba bem. Pernoitou na casa da padroeira dos animais do Cadaval (D. Carmen) e no dia seguinte foi direitinho à casa da nossa sócia Dra. Ana Pascoal, que o acolheu com toda a ternura e carinho. Teve logo direito a uma caminha na cozinha e umas lambidelas da cadela residente.

Esta a adaptar-se muito bem, vê muito mal mas mesmo assim consegue ir à rua sozinho fazer as suas necessidades. Já levou um banhinho, está medicado contra as infecções dos olhos e tem o conforto que nunca teve.

O Fadista só deve ter conhecido, maus tratos, fome e medo.

A APAC agradeçe à Dra. Ana Pascoal da Corrieira, toda a atenção e disponibilidade que ela, desde logo mostrou para com este animal .

Muito obrigado Ana

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RTP divulga APAC

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 13, 2009

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Hoje foi um dia  importante na divulgação da nossa associação.

  Foi realizada uma reportagem em directo sobre a APAC para o programa “Portugal no Coração” apresentado na RTP.

Esta  foi mais uma forma de pudermos apelar ao não abandono de animais  e também de pedirmos o apoio de todas as pessoas e instituições, com o objectivo de obtermos o terreno para a construção das instalações do nosso “Abrigo” para os animais de rua.

Nesta reportagem, aproveitamos a ocasião para apresentar alguns dos animais que estão disponíveis para adopção e temos que salientar que se  portaram lindamente ( só faltava sorrirem para a câmara).

Esperamos que com mais esta divulgação, possamos chegar ao coração das muitas pessoas que neste país gostam de animais e que querem ajudar de alguma forma esta causa.

Poderão contribuir com donativos,ração, fazendo-se sócio, disponibilizarem-se para o voluntariado, apadrinhamento de algum animal, etc) .

Com esta intervenção temos esperança de conseguir obter mais apoios para também assim conseguirmos dar respostas aos apelos que nos continuam a chegar todos os dias e aos quais não conseguimos ter capacidade de resposta.

Mais fotos sobre este acontecimento, ver categoria Fotos.

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Mais um amigo que precisa de um lar!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 9, 2009

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O Napoleão é um menino muito simpático e cheio de energia.

Dá-se bem com outros cães e é todo sociável.

Também tem esperança de encontrar alguém que o adopte e o considere da familia.adoptado carimbo

Julho/2009

Para adopção, contactar a APAC.

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Cadelinha bebé, Border Collie para adoptar!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 9, 2009

 

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Esta cadelinha Border collie tem 3 meses é preta e branca, está desparasitada.

Precisa de uma familia que a queira adoptar.

Contactar a APAC através do nº  927295099 ou pelo email apacanimaiscadaval@gmail.com

Adoptada – Janeiro/2008

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Manô, cadela cruzada de Pastor Alemão quer um lar

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 8, 2009

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 Esta menina, é linda, meiga e um pouco tímida.

Já sofreu muito, bem merece ter uma oportunidade para ser feliz.

Ela precisa de um lar e muito carinho.

Tem 1 ano e é bem comportada.

Para adoptar, contacte a APAC.

Adoptada a 16/01/2009

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Claús, labrador para adoptar!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 5, 2009

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O Cláus é um labrador que foi encontrado no Cercal abandonado.

Foi acolhido por uma senhora durante 2 semanas e dia 17 de Dezembro foi adoptado.

No seu novo lar é feliz com muito espaço para correr e brincar, adaptou-se muito bem aos seus novos donos.

No entanto, o Claús, para grande tristeza nossa, vai ser devolvido, porque o senhor que o adoptou passa muito tempo fora de casa e este cão precisa de companhia, ou com o humanos ou com outros animais.´

É um cão que é muito obediênte, bem comportado, inteligênte,meigo, segundo este senhor,é  o companheiro ideal, mas quando está sozinho e solto muda o seu comportamento. Brinca com tudo o que apanha e acaba por estragar o que não deve, daí ser o cão ideal como companhia de alguém que tenha mais disponibilidade ou outros animais para lhe fazer companhia.É um cão que não gosta de estar sozinho.

Óbvio que mais que a nossa tristeza de o Claús ser devolvido é pensarmos no que ele vai sentir agora sem um rumo definido, quando já tinha tudo e se adaptou tão bem ao novo lar, mas são situações imprevisíveis que aconteçem.

O Claús está novamente para adopção, ainda não foi entregue pois  a APAC não tem um sítio para acolhê-lo, esperamos que alguém goste do Cláus e que este encontre um novo lar depressa.

Adoptado a 8/01/2009

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Abandono!Uma crueldade sem motivos…

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 5, 2009

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O primeiro motivo para abandono de animais é as férias, mas que poderia facilmente ser evitado, uma vez que há muitas instituições que ficam com todos os animais cujos donos queiram ir de férias. 

  Mesmo que não haja já lugar para eles dentro da Associação, chegam mesmo a ser acolhidos nas próprias casas de responsáveis por essa associação, famílias de acolhimento durante as férias dos donos dos animais ou podem ser tratados nas casas dos respectivos donos se estes residirem em vivendas.

O segundo motivo é quando a dona do cão ou do gato fica grávida e surgem avisos pouco esclarecedores e infundados por parte de terceiras pessoas sobre a possibilidade do animal transmitir doenças que afectem o bebé. Na realidade, basta ter os animais desparasitados e vacinados.

 O terceiro grande motivo são os caçadores que se utilizam dos cães na época da caça e depois os abandonam… ou porque o seu cão deixou de ser bom caçador (muitas vezes nem sequer o ensinou a caçar).

Alguns dos caçadores residentes em grandes cidades escolhem as férias para as épocas de caça, alugam cães de caça nesta zona, utilizam-nos e depois abandonam-nos friamente nas matas, regressando felizes às suas belas cidades esquecendo os pobres animais que ficam à fome, frio, chuva, sujeitos a espancamentos, lutas com outros animais… Gente cruel…

O quarto motivo é só por vaidade… tipo ter um cão de raça que custou uma fortuna (quando a há tantos para adoptar nos canis, e muitos da mesma raça que compram).

Os animais não são brinquedos, não há nenhum motivo justificativo para abandonar o seu animal.

Esperamos que todas as pessoas que praticam estes actos contra os seus animais, um dia não se sintam também eles, sós, abandonados, com fome, frio, desorientados, sem um destino, porque nessa altura talvez na pouca de consciência que lhes reste relembrem que a criatura que em tempos abandonaram sofreu o mesmo por sua culpa.

http://amiga100dos100animais100.blog.com/(adaptado pela a APAC)

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Continuamos na luta…à procura de um terreno!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 5, 2009

Continuamos à procura de um terreno para a construção do nosso abrigo.

Hoje, fomos ver mais dois terrenos para vender.

Apesar da associação não ter dinheiro para a compra de terrenos, pois é uma associação muito recente estamos esperançosos que consigamos algum fundo para este tipo de projectos de modo a pudermos avançar.

Também temos a estudar as condições e as hipóteses de construção nestes locais.

Torna-se cada vez mais urgênte um sitio onde a APAC possa abrigar os animais que andam nas ruas.

Nós já conseguimos tirar alguns destes animais da rua e arranjar uma ou outra “alma caridosa” que fique com os animais temporáriamente, até serem adoptados, mas é cada vez mais dificil,  quando tiramos 2 da rua apareçem mais 2 a seguir.

Cada vez que conseguimos um lar para algum “bichinho”é uma felicidade e renova-se a esperança mas é triste que assim que há alguma adopção, a seguir é uma roda viva para resolver mais uma situação que apareçe  de imediato.

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É  horrível a falta de sensibilidade e de humanismo que as pessoas que abandonam cães e gatos continuam a ter.

 É vergonhoso que as associações  continuem a tirar animais da rua e as pessoas sem escrúpulos e sem consciência continuam a deixá-los na rua.

Quando é que vamos ter uma lei justa que ajude a fiscalizar rigorosamente o controlo de animais que cada cidadão tem a fim de em caso de abandonos estas pessoas possam ser responsabilidades.

Todos os dias nas notícias ouvimos dizer que as associações estão superlotadas,não têm dinheiro para a alimentação dos animais que estão sob a sua protecção e continua-se  á espera que a legislação mude, que as leis sejam aplicadas e as pessoas castigadas.

 Até lá há sempre quem brinque com quem tenta cuidar dos animais todos os dias, quem os alberga e se vê em mãos com problemas financeiros, falta de apoios, falta de voluntários e muitos apelos, etc, etc.

Consciência precisa-se…

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Cão cruzado de Grand à Noir para adopção!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 5, 2009

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Encontrou-se à cerca de um mês este nosso amigo de porte grande, junto a terrenos agrícolas.

Foi acolhido por um senhor temporáriamente, numa fazenda.Este senhor não pode ficar com ele porque também já tem alguns cães.

É um cão extremamente obediente, inteligênte e meigo, no entanto não se dá bem com outros cães(machos). É um óptimo cão para guardar grandes áreas.

Espera por alguém que lhe dê um lar e  carinho .

Contactar a Apac caso esteja interessado na sua adopção.

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Mais gatinhos para dar…

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 4, 2009

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Meninos e meninas com cerca de 2 mesinhos para dar.

De várias cores para todos os gostos e feitios.

Para adoptar deve contactar a APAC.

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Caniches bebés!Adoptados

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 3, 2009

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Brevemente iremos pôr a foto dos caniches bebés para adopção, esta foto não corresponde aos que estão para dar.

São 5 bebés todos branquinhos. Nasceram ontem!

15/01/2009

Passaram 2 semanas e já conseguimos arranjar um lar para todos estes bebés , quando tiverem 2 mesinhos  estão prontos para dar porque já não dependem da mãe .

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Contra o abandono de animais…

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 3, 2009

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Testes em animais…alternativas!

Posted by apacanimaiscadaval em Janeiro 3, 2009

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Os testes em animais são hoje em dia utilizados nas mais diversas áreas científicas, em investigação, testes de produtos comerciais, educação e testes militares.

Em educação, por exemplo, e só nos Estados Unidos, milhões de rãs, ratos, gatos, cães, peixes e minhocas são usados nas escolas secundárias todos os anos. Os animais vêm de todos os lados e provou-se que muitos cães e gatos provinham de anúncios no jornal, do tipo “Procuro novo dono” [http://www.peta-online.org/1099/dis.html].

É muito difícil estimar o número de animais usados em testes de produtos comerciais, já que as empresas não são obrigadas a divulgar quaisquer números. No entanto, estima-se que mais de um milhão de animais morrem em testes de produtos em todo o mundo, todos os anos. O tipo de testes realizados são variadíssimos, indo desde o estudo dos efeitos dos produtos na pele e olhos, até testes de toxicologia.

Para testar a irritabilidade de um produto sobre a pele, costumam-se usar coelhos albinos. Estes vêem o seu dorso rapado e raspado (para o tornar mais sensível). Em seguida o produto a testar é colocado na pele nua e permanece aí quatro horas. É comum a pele ficar em carne viva. Raramente são usados analgésicos.

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Para verificar o efeito de um produto nos olhos, usa-se o tristemente célebre teste de Draize. Coloca-se o produto nos olhos de coelhos albinos durante três dias (ou 21 dias, se for um teste de longa duração). No final verificam-se os efeitos. Aqui também não se usam analgésicos e os animais têm que ser fortemente imobilizados. É comum partirem o pescoço ou a coluna a tentarem fugir .

[http://www.animalliberation.org.au/skineye.html].alt2

Para testes de toxicologia, o mais comum é usar-se o teste LD50, ou Lethal Test 50%, em que se determina a quantidade de produto ingerida necessária para matar metade dos animais no teste. É comum os animais sofrerem convulsões, paralisia, ferimentos internos, diarreia, vómitos e dificuldades respiratórias [http://www.animalliberation.org.au/toxtest.html]. Este teste foi apelidado por Gerhard Zbinden, um dos mais famosos toxicologistas a nível mundial, como um “ritual de execução em massa”.

Estes testes, obviamente dolorosos e traumáticos, são totalmente legais (repare-se que, fora dos laboratórios, infligir este tipo de sofrimento em animais é punido com multas ou mesmo prisão) e muitas vezes exigidos pela própria lei. Esta prevê no entanto que qualquer teste tem que respeitar a Declaração Universal dos Direitos do Animal, proclamada na UNESCO em 1978 [http://www.terravista.pt/fernoronha/1633/animais/Direitos.htm]. São contudo inúmeras as situações em que esta não é respeitada. Veja-se, por exemplo, o caso de crash tests realizados com babuínos, na Universidade da Pennsylvania, em que, no tribunal (a Universidade foi processada) foram apresentados vídeos que mostravam investigadores a amarrarem um babuíno ferido à mesa de operações e a irem almoçar, e a fotografia de um jovem macaco com a palavra crap (em bom português, monte de merda) tatuada na cabeça.

É óbvio que foram feitas muitas descobertas à custa de animais. Não se pode querer a abolição incondicional deste tipo de testes e, simultaneamente, maior segurança nos produtos que são lançados. Ninguém pode também questionar que uma vida humana vale mais que uma vida animal. O que é preciso é encontrar alternativas válidas às experiências em animais, já que estas deixam bastante a desejar. Isto devido às enormes diferenças anatómicas, fisiológicas e metabólicas entre os animais testados e o homem, que tornam a extrapolação para os humanos pouco fiável. Uma investigação publicada no Journal of the American Medical Association, em 1998, estima que a medicamentação administrada em hospitais pode ser responsável por 106 mil mortes, o que a tornaria na quarta principal causa de morte nos Estados Unidos… De facto, mais de metade da medicamentação aprovada pelo FDA (Food and Drug Administration) entre 1976 e 1985 (aprovada com base em testes em animais) teve que ser retirada do mercado ou mudar de nome, depois de ter causado graves efeitos secundários e centenas de mortes (o phenacitin, Eferol, Oraflex e o Suprol são dos exemplos mais graves) [http://peta-online.org]. O mais curioso é que a flagrante falta de eficácia deste tipo de testes é por demais conhecida e serve até como “desculpa” para os produtos que chumbam nos testes chegarem ao mercado. Em 1974, um fabricante de cosméticos foi levado a tribunal por uma mulher que ficou com lesões na córnea devido a um champô. O produto tinha sido aprovado, embora tivesse causado irritação em coelhos, nos testes de Draize. [http://www.animalliberation.org.au/skineye.html]

Então porque é que os testes em animais continuam a ser a forma mais banalizada de testar produtos? O Dr. Björn Ekwall, director do projecto MEIC (Multicenter Evaluation of In-Vitro Cytotoxicity, projecto levado a cabo para encontrar formas alternativas de testar produtos), acha que “a resposta óbvia parece ser que nunca ninguém se tinha lembrado de algo melhor, mas provavelmente é mais realista afirmar que, até há bem pouco tempo, nunca ninguém se tinha preocupado com o assunto”. Também é preciso não esquecer que a experimentação em animais é uma indústria de milhões. Os animais utilizados, manipulados geneticamente, estão longe de serem baratos. Um gato custa cerca de 75 contos, enquanto que os cães se vendem por 90 contos. [www.animalaid.org.uk/campaign/vivi/betrayed.htm]

Que alternativas existem então? Inúmeras:

Actualização da legislação. Actualmente, muitos dos testes em animais necessários para aprovação de um produto têm que ser realizados em todos os países em que este irá ser comercializado. Uma uniformização dos protocolos permitiria salvar centenas de animais. São também por vezes requeridos testes completamente irracionais. Em certos países até um simples batom tem que ser submetido a um teste LD50. Ficamos então a saber que, se comermos 1,75 kg (cerca de 90 embalagens!) desse cosmético, corremos sério risco de vida…

Técnicas in-vitro. Consiste na utilização de culturas de células, partes de tecidos e órgãos, ou mesmo órgãos inteiros, para realizar os testes. Podem também ser feitos com células humanas, atingindo um grau de confiança impossível com os testes tradicionais. Para testar a irritabilidade de um produto na pele, por exemplo, é usada pele humana produzida em laboratório. Os efeitos do produto podem ser medidos com precisão pela quantidade de enzimas expelida. Este tipo de testes pode também ser implantado com sucesso em toxicologia, já que a maior parte dos efeitos tóxicos provocados por agentes externos ao organismo registam-se ao nível celular.

Em 1996 foram divulgados os resultados do projecto MEIC, em que 59 laboratórios de todo o mundo testaram 50 produtos, usando 60 métodos in-vitro. Os 18 melhores métodos concordaram em 71% com os efeitos já conhecidos em humanos (dados provenientes de suicídios e acidentes). Estes resultados foram significativamente melhores que os conseguidos com testes em animais. Prevê-se que em 2003 esta concordância atinja os 90%.

Testes com organismos inferiores. Usando culturas de bactérias, bolores, fungos, insectos e moluscos é também possível prever os resultados de certos produtos nos humanos. A hidra, por exemplo, é um pequeno animal que, ao ser cortado em pedaços, cria novas hidras. O efeito do produto a estudar nesta reprodução pode ajudar a prever se este irá criar deficiências de crescimento em fetos humanos.

Simulações computacionais. Actualmente temos à nossa disposição uma grande capacidade computacional que pode ser usada para simular com rigor processos fisiológicos e metabólicos nos humanos. Um exemplo é o uso de computadores para prever os efeitos cancerígenos de produtos, já que se conhecem actualmente várias das estruturas moleculares que provocam o cancro nos humanos. À medida que essa base de dados vai aumentando, mais confiança podemos ter nos resultados da simulação.

O uso de vídeos e programas interactivos na educação é também um método amplamente utilizado em países como a Grã-Bretanha, Suécia, Argentina, Holanda e Noruega, que proíbem a vivissecção com fins educativos. Por cá ainda se acha que dissecar uma rã malcheirosa é altamente educativo.

O homem. De todos, este é sem dúvida o melhor método. É evidente que não podemos fazer testes de Daizer e LD50 em humanos (se calhar até se arranjavam voluntários, a julgar pelo exemplo de um laboratório na Grã-Bretanha, que realizou testes a insecticidas com humanos, aos quais pagava cerca de 150 contos… [http://www.apdconsumo.pt/cobaias_humanas.html]), mas existem alguns produtos que podem ser testados em humanos. A BodyShop [www.bodyshop.com], por exemplo, testa os seus cosméticos em voluntários humanos, que usam pensos com o produto a testar durante 4 horas, altura em que os efeitos são estudados.

Métodos não-invasivos, como a EEG (electroencefalografia), a MEG (magnetoencefalografia) e a PET (tomografia de emissão de positrões), podem ser usados para estudar os efeitos de enfartes, doenças de Alzheimer e Parkinson, sem efeitos secundários.

Estudos e inquéritos, assim como resultados de acidentes e suicídios, podem fornecer informação preciosa sobre os efeitos de produtos nocivos. Em 1985, levantou-se uma onda de protesto em torno de um grupo de cientistas que usou dados de experiências nazis sobre hipotermia, feitas com judeus (colocados em tanques de água gelada durante horas) [OMNI, 1985]. É verdade que os resultados foram obtidos de uma forma não ética e completamente desumana. Mas não seria ainda menos ético ignorar os resultados e repeti-los em animais?

E o que é que nós, “população civil anónima”, podemos fazer? Muito. As empresas aprenderam já há muito tempo que não devem ir contra a opinião pública, sob pena de verem os seus produtos boicotados. A Procter & Gamble, fabricante de Old Spice, Tide e Pringles, entre muitos outros produtos, tradicional defensora da experimentação animal, anunciou recentemente (Junho deste ano) a cessação de alguns dos testes animais não exigidos por lei, depois de ter sido enormemente pressionada pela PETA (People for the Ethical Treatment of Animals). Um dos métodos de “persuasão” mais curiosos usados por esta organização foi a participação nas corridas de NASCAR de um carro com o logotipo DIED, num claro protesto ao patrocinador do piloto Ricky Rudd [http://www.pginfo.net/died.html].

Noutro protesto da PETA, Al Gore (que foi durante meses perseguido por um homem disfarçado de coelho…) e a administração Clinton concordaram em alterar o programa HPV (High Production Volume, destinado a testar 2800 químicos industriais), de maneira a salvar 800 000 animais [http://www.peta-online.org/pn/1099hpvvict.html].

Faz alguma coisa também, participando nas acções de organizações protectoras dos direitos dos animais (ver caixa Na Net), participando num referendo (http://peta-online.org/j/ref21.html), ou contribuindo com umas massas (http://peta-online.org/js/indexs.html).

http://www.ajc.pt/cienciaj/n12/alternativa.php3

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