Quando os Elefantes Choram: A vida emocional dos animais

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Título: Quando os Elefantes Choram
Título original: When Elephants Weep
Autoria: Jeffrey Moussaieff Masson e Susan McCarthy
Colecção: outro olhar
Dimensões: 14 x 21 cm
Nº de páginas: 384

Sinopse

A ideia básica parece ser que se alguma coisa não sentir a dor da forma como um ser humano a sente, é permitido magoá-lo. Apesar de isto não ser necessariamente verdade, a ilusão das diferenças é mantida pelo medo que a percepção de similaridades poderá dar origem à obrigação de acordar respeito e talvez mesmo igualdade. Parece ser particularmente o caso quando se trata de sofrimento, dor, mágoa e tristeza. Nós não queremos causar essas sensações aos outros porque sabemos o que se sente quando somos nós a experimentá-los. Ninguém defende o sofrimento como tal. Mas o que dizer das experiências em animais? A sua defesa gira à volta de utilidade, opondo a importância do maior bem comum face a um sofrimento menor. Implícita está habitualmente a maior importância daqueles que lucram com isso (por exemplo, os cientistas empregues pelas empresas de cosmética ou farmacêuticas para realizar experiências em coelhos) comparativamente à menor importância daqueles que são sacrificados para o benefício dos primeiros.

Um investigador que realiza experiências em animais inevitavelmente irá quase sempre negar que os animais sofram da mesma forma que os humanos. Em caso contrário ele estaria implicitamente a admitir a crueldade. O sofrimento experimental não é imposto ao acaso e sem consentimento nos seres humanos e defendido como ético com base em que irá proporcionar enormes benefícios a outros (Pelo menos já não hoje em dia). Os animais sofrem. Poderemos ou deveremos nós medir o seu sofrimento, compará-lo com o nosso próprio? Se for como o nosso, como poderá isto continuar? Tal como Rousseau escreveu no seu Discourse on the Origin of Inequality em 1755: “Parece que, se for obrigado a não ferir qualquer ser como eu próprio, não é tanto por tratar-se de um ser razoável *, mas sim porque se trata de um ser sensível”. Para além disso, porque é que o sofrimento tem de ser igual ao nosso para que seja injustificável infligi-lo? Tem sido argumentado que os humanos experimentam a dor mais acentuadamente porque a recordamos e antecipamos; de acordo com os termos de Rousseau porque somos “razoáveis”. Contudo não é manifesto que os animais não possam fazer essas mesmas duas acções.

Cãezinhos bebés para dar…as mascotes da semana!

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Estas são 3 meninas lindas e disponíveis para adopção. Uma é bege e as outras duas são muito parecidas, castanhas com algumas malhinhas brancas.img_4644Têm agora um mês e quase 2 semanas. Já se fartam de latir e de rosnar…a vida para elas ainda é uma brincadeira e parecem verdadeiros peluches…não param nem um minuto…hão-de ser “frescas”!

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 São cães que ficarão de porte pequeno/médio.

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Se tiver interessado em dar um lar a um destes cãezinhos deve ligar para o nº 931769212.

adoptados carimbo 28/04/2009

O Tobias desapareceu…

Dia 17 de Abril, Sexta feira, pelas 16 horas, o Bias desapareceu quando passeava na R. Fernando Lopes Graça (zona Telheiras/Paço do Lumiar), em Lisboa, local da sua residência.
 
Faz 8 anos no dia 4 de Maio. Cão muito meigo e dócil. Passado já 3  dias o Tobias deve estar desesperado para encontar o seu lar, os seus donos por seu lado estão muito tristes!
 Agradecemos  que se alguém tiver notícias deste animal, pff contacte a APAC urgentemente.sdc11839dsc00807

Tobias já voltou para os donos!

21/04/09